Revista Arte, Flores & Jardins - Única revista portuguesa de Arte Floral & Jardins

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Única revista portuguesa de Arte Floral & Jardins

Edição de Junho/Julho de 2006 - Ano X - Nº 56

Decoração & Ramos

A Tulipa

 

Tulipa é o nome comum da planta ornamental herbácea da família das liláceas, com raiz bolbosa e caule liso, de cerca de 47 centímetros de altura, com folhas grandes, radicais e inteiras, flor única no cimo do caule, inodora, grande, de seis pétalas de belas e variadas cores. Originária da Ásia, era cultivada extensivamente na Turquia e o seu nome vem da semelhança com o turbante.

A sua introdução na Europa, no século XVI, deve-se a Ogier de Busbecq, embaixador na corte do rei Solimão, o Magnífico, sultão da Turquia, onde a tulipa era a flor mais apreciada. Flor de palácios e jardins de vizires e sultões, era representada em azulejos de mesquitas e lugares santos e tornou-se um símbolo para os muçulmanos. Foram ainda fonte de inspiração sendo reproduzidas em tecidos, serviços de porcelana, cântaros e noutras formas de suas taças.*

Maria de La Salete Carrilho

 

 

 

Ramos de noiva animam a festa

 

“Realizar um sonho” foi o tema de uma iniciativa dedicada aos noivos que teve como palco a Quinta da Julieta, em Oliveira de Azeméis, e que contou, entre outros, com a colaboração de Olga Almeida, da “Flor de César”, na elaboração de ramos de noiva.

A ideia dos promotores do evento era expor num único espaço todas as propostas relacionada com a celebração do casamento. Desde o vestido à lua-de-mel, passando pelo cabeleireiro, as fotografias, a música, a decoração das mesas da boda e os ramos de noiva. Neste particular, foram apresentados alguns trabalhos florais, tendo sido muito apreciado o ramo em forma de cone preto, com rosas champanhe, e o ramo com protea.*

 

 

 

 

Arranjos em altares

 

Em regra, nas Igrejas e Capelas, são as zeladoras que cuidam dos altares e dos recantos de maior devoção ao culto mariano e de oração aos santos reconhecidos pela Santa Madre Igreja, depois de reconhecidos pela canonização papal.

Muitas vezes, sobretudo em cerimónias religiosas de maior envergadura e repercussão, também as floristas especializadas são chamadas efectuar este trabalho e a pôr à prova os seus conhecimentos de arte floral, revelando o seu bom gosto e criatividade no arranjo dos altares e dos andores.*

 

 

 

 * Leia mais na edição 55

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