Revista Arte, Flores & Jardins - Única revista portuguesa de Arte Floral & Jardins

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Única revista portuguesa de Arte Floral & Jardins

Edição de Abril/Maio de 2005 - Ano VIII - Nº 49

Reportagens

DEMONSTRADORA ANA PRETO

“Gosto muito de dar a arte que sinto”

 

“É na concepção de arranjos frescos que me sinto mais à vontade, pois lido com o que de mais belo a natureza nos oferece que são as flores. Mas acima de tudo, gosto muito de dar arte que sinto”.

 A demonstradora Ana Preto foi formada pela Prof. Marri em 1995, pertencendo actualmente à lista dos seus demonstradores e de cuja equipa profissional também faz parte Sandra Tavares.

Além de trabalhar nesta demonstrações em grandes empresas de comércio floral, possui uma loja de flores e decorações no Mogadouro.

A área de maior incidência da sua actividade floral, além das demonstrações em que participa, abrange festas de verão, andores, Igrejas, casamentos e baptizados.

 

Arte, Flores e Jardins – Como gosta de trabalhar os arranjos florais?

Ana Preto – Gosto imenso de trabalhar com flores exóticas. Trata-se de composições diferentes que me permitem aproveitar a maior elasticidade das flores e dos materiais utilizados. Na feitura dos arranjos, utilizo como suporte estruturas de arames, paus e outros materiais que são muito mais fáceis de manejar no sentido de poder criar uma maior flexibilidade estética e, ao mesmo tempo, alcançar a harmonia formal e cromática adequada ao tema.

 

AFJ – Como exerce a sua actividade floral na sua loja no Mogadouro?

A.P. – A minha loja no Mogadouro, «D. Flor», já está suficiente conhecida para usufruir de uma clientela fiel que me procura para os eventos mais importantes, sempre em busca das novidades mais recentes.

A área de maior incidência da minha actividade floral, além das demonstrações em que participo, abrande arranjos de Igrejas, andores, festas de verão, casamentos e baptizados.

E não é por acaso que tenho um “site” na Internet, que é utilizado por muitos dos meus clientes para fazerem encomendas e serve também de incentivo para visitarem a minha loja, onde encontram uma vasta gama de produtos florais e de decoração bem como os mais diversificados arranjos temáticos, oferecendo assim um leque mais diversificado de serviços.

A “D. Flor”, nome que dei à minha loja, está instalada no centro do Mogadouro e tem uma clientela seleccionada, que está muito a atenta aos meus arranjos mais criativos, na medida em que coloco na montra as novidades do mercado floral e toda a minha criatividade.

 

AFJ – Em que medida a sua actividade como demonstradora tem influenciado a sua carreira artística?

 

A.P. – Em primeiro lugar, e é de inteira justiça uma palavra de apreço para a equipa da Prof. Marri à qual tenho orgulho de pertencer, graças aos imensos conhecimentos técnicos e artísticos que temos de pôr à prova.

É integrada neste grupo de trabalho que tenho desenvolvido as minhas capacidades técnicas e criadoras, graças ao exemplo e à exigência de Marri, que é uma profissional de corpo inteiro. Assim, integrada na sua equipa e da qual também faz parte Sandra Tavares, que tenho apresentado os meus arranjos de uma forma bastante desenvolvida nas empresas de Comércio de Flores, nomeadamente a Alflora, em Perafita, Matosinhos e na Cultagri, em Pau Queimado, Montijo.*

 

 

Voz da Florista

Principal objectivo de Vila Verde em Flor: “em servir em qualidade e preço”

 

A sociedade familiar «Vila Verde em Flor», constituída pelas irmãs Teresa e Madalena Coturela, foi fundada em 1989, em pleno coração de Vila verde. Esta loja de flores conta ainda com a colaboração de Carlinda, que é filha da Teresa, uma alegre jovem de coração aberto ao trabalho e à beleza das flores. «O nosso principal objectivo é bem servir em qualidade e preço», declararam as floristas Teresa e Madalena Coturela. 

 

Arte, Flores e Jardins – Como nasceu «Vila verde em Flor»?

Teresa e Madalena Coturela – Esta sociedade familiar surgiu nos anos 70, com a produção de cravos e de espargos em estufas. Mais tarde, precisamente em 1989, decidimos abrir a nossa loja Vila Verde em Flor, dedicada à arte floral, apresentando ao público flores frescas e secas, flores artificiais e ainda uma vasta gama de artigos de decoração. Estava assim dado o primeiro passo para concretizar o nosso sonho familiar que era abrir uma loja de Arte Floral.

 

AFJ – E qual foi o vosso principal objectivo?    

T. e M. C. – O nosso principal objectivo foi sempre e continua a ser bem servir os clientes em qualidade e em preço.

Inicialmente foi uma luta muito grande para impor o nosso produto junto do público, mas como cumprimos sempre o nosso objectivo, os clientes foram aparecendo cada vez mais e nunca abandonaram os nossos serviços de arte floral e de decoração.

 

AFJ – E como é o vosso trabalho?

T. e M. C. – O nosso trabalho procura sempre satisfazer com o máximo empenho, conhecimento e criatividade os desejos dos clientes, indo ao encontro do arranjo que pretendem, a aconselhando-os com consciência e simpatia quando nos pedem a sua opinião, mas sem nunca lhes impor algo que no fundo não pretendem.

Deste modo, não pressionamos ninguém a levar um produto que não quer. Pelo contrário, os clientes têm de sair da nossa loja satisfeitos com compra que fizeram.

É trabalhando, deste modo, que Vila Verde Flor tem actualmente uma grande família de clientes, tudo isto graças também a um trabalho de equipa familiar, onde nos completamos uns aos outros.   

 

AFJ – Quais são as flores que mais privilegiam, quando os clientes pedem um conselho?

T. e M. C. – Uma das flores naturais que mais privilegiamos é a tulipa, embora esta como se sabe, predomine no Inverno, sendo neste caso a nosso conselho alargado às rosas e às flores exóticas, pois trata-se de espécies que os clientes aceitam muito bem como sugestão para os ramos e arranjos florais artísticos. *

 

 

Marina e Maria José Gonçalves da Cultagri

Apostamos na formação dos nossos clientes

 

A Cultagri, Lda. foi fundada a 2 de Agosto de 1989. A empresa surgiu com o objectivo de preencher uma lacuna existente no mercado de acessórios para floristas e floricultores. Começou inicialmente por laborar num armazém de pequenas dimensões, foi crescendo tendo hoje uma área própria de cerca de 1000m² de Cash and Carry para profissionais. O contacto com o mercado e a consciencialização de que os clientes têm novas exigências de compra, levou a empresa a alargar o seu leque de produtos integrando neles a artigos decorativos.

A Cultagri, Lda. é presentemente uma empresa, sediada no Montijo, sob a direcção das irmãs Marina Gonçalves e Maria José Gonçalves, que aposta na formação dos seus clientes e comercializa produtos para floristas, floricultores e decoração a preços competitivos.

O cash desta importante empresa do Comércio de Flores encontra uma vasta gama de produtos, entre outros: cestos, cerâmicas, embalagens, fitas, flores secas, flores exóticas, flores artificiais, velas, vidros, artigos para noivas, artigos decorativos para épocas festivas (Namorados, Dia da Mãe, Páscoa, Natal, Dia das Bruxas).

 

Arte Flores e Jardins – Qual o objectivo actual da Cultagri para desenvolver o mercado actual do comércio de Flores?

Marina e Maria José Gonçalves – O objectivo actual da nossa empresa é a satisfação constante dos nossos clientes, procurando no mercado as últimas tendências a preços competitivos. Apostamos na formação dos nossos clientes desenvolvendo frequentemente demonstrações com profissionais do sector para uma actualização constante dos seus conhecimentos. A integração destes dois pontos permitirá uma solidificação integrada dos negócios dos nossos clientes.

 

AFJ – Que iniciativas contribuíram para boa relação entre esta empresa e os seus clientes?

M. e M.J.G. – A boa relação entre a empresa/cliente  proporcionou-nos   chegar ao que somos hoje. Uma empresa com uma dimensão muito diferente da inicial e com um leque mais alargado de produtos. O cliente é a essência da nossa dinâmica, trabalhamos diariamente em função das suas necessidades com o intuito de o servir cada vez melhor. Ao longo de todo o ano de uma forma cíclica proporcionamos aos nossos clientes a oportunidade de actualizar os seus conhecimentos, ficando a par das últimas tendências em Arte Floral ao assistir ás nossas demonstrações. Outra iniciativa é a participação em Feiras do Sector, de forma a apresentar os nossos produtos tanto no Norte como no Sul do País, permitindo um contacto maior com os nossos clientes.  

 

AFJ – Qual a vossa principal preocupação nas demonstrações cíclicas que se realizam anualmente na Cultagri?

M. e M.J.G.  – Como já  foi referido as demonstrações realizam-se de uma forma cíclica ao longo de todo o ano, tendo em conta as épocas mais importantes.  A nossa principal preocupação é convidar profissionais qualificados em Arte Floral para que exista uma evolução e actualização do mercado Floral e decorativo, tendo sempre em conta a satisfação das necessidades dos nossos clientes, e ainda servir bem os nossos clientes, apresentando uma vasta gama de produtos de qualidade, estando sempre a par das últimas novidades tanto em acessórios como em artigos decorativos. *

 

 

11ª Edição de EXPONOIVOS/NORTE 2005

Um balanço francamente positivo

 

A EXPONOIVOS/NORTE, na sua 11ªFeira de Serviços e Preparativos para o Casamento, que decorreu de 28 a 30 de Janeiro de 2005, na Exponor – Porto, apresentou um balanço francamente positivo, em resultado da dedicação, profissionalismo, criatividade e o objectivo constante de satisfazer as necessidades dos visitantes e clientes.

A nossa revista traz à colação neste número a passagem de noivas e alguns dos stands mais representativos da efeméride. É esta a nossa maneira de contribuir para a divulgação de um evento que já é uma grande festa do casamento e um verdadeiro desafio para todos os criadores de vestidos de noivas e de toda a espécie de artigos que despertem o seu interesse.

 

 

Interdecoração 2005 na Exponor

O sucesso sob o signo da novidade

 

De 20 a 23 de Janeiro decorreu, na Exponor, a Interdecoração, sob o signo do sucesso e da novidade dos artigos mais recentes nesta área diversificada do mercado, marcando presença dos profissionais nacionais e estrangeiros com artigos de qualidade.

A interdecoração concentrou num espaço privilegiado numerosas empresas, produtos e serviços dedicados à decoração, tornando-se uma realidade sólida que aceita o desafio de dar resposta adequada aos profissionais que a visitam. Existe, assim, um crescimento e uma inovação permanente que faz desta feira uma das mais concorridas da Europa em número de visitantes e de expositores.*

 

 

Holanda em Coimbra

Desfile primaveril de ramos de noiva

 

A demonstração em Coimbra, organizada pela Flower Council of Holanda, representada por Fátima Valk Pinheiro, de parceria com a APF, decorreu com agrado no Convento de Sandelgas, junto a S. Martinho de Árvore, em Coimbra. Foi demonstrador Teo Van Leipsig.

Aqui ficam para as nossas floristas algumas das imagens mais significativas do evento.*

 

* Leia a entrevista completa na edição 49

Webdesigner: Régis Coimbra

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